Rugeri disse que, do total de casos, apenas três foram dos chamados “cafés fake” – preparo de bebida sabor café, bebidas que informavam na embalagem conter polpa de café, mas, na verdade, tinham apenas cascas e resíduos de café. As empresas com o café fake ou “cafake” eram Master Blends Indústria de Alimentos Ltda, D M Alimentos Ltda (marca Melissa) e Jurerê Caffe Comércio de Alimentos Ltda (marca Pingo Preto).











