O preço do café caiu na bolsa de Nova York em meio à novas previsões para o Brasil, maior produtor e exportador mundial de arábica. Nesta quarta-feira (3/6), os lotes do arábica para julho fecharam em queda de 2,35%, a US$ 2,5310 a libra-peso.
O Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) disse hoje que a safra de café do Brasil no ciclo 2026/27 deverá alcançar 71,9 milhões de sacas de 60 kg. Se confirmado, o número representaria crescimento de 14% na comparação com a produção do ciclo anterior, e ainda um recorde.
Com uma safra robusta, as exportações do país também serão maiores, e foram estimadas em 49 milhões de sacas de 60 kg na temporada 2026/27, alta de 30% em relação à safra 2025/26.
“A chegada da safra 2026/27, que começou a ser colhida no final de abril, contribuiu ainda mais para essa tendência de baixa dos preços”, disse o USDA, em relatório.
O preço do cacau recuou, após um movimento de realização de lucros. Os contratos para julho, que na véspera subiram mais de 5%, caíram hoje 0,88%, para US$ 4.072 a tonelada.
O suco de laranja concentrado e congelado (FCOJ, na sigla em inglês) voltou a registrar forte alta na bolsa de Nova York. Os contratos para julho avançaram 5,25%, a US$ 1,6840 a libra-peso.
O açúcar fechou a sessão na bolsa de Nova York com preços em queda. Os lotes do demerara para julho registraram baixa de 0,97%, a 14,24 centavos de dólar a libra-peso.
Nos negócios do algodão em Nova York, os lotes com vencimento em julho fecharam em queda de 0,40%, a 76,73 centavos de dólar a libra-peso.











