De acordo com Vicente Zotti, diretor da NRP Agro, a volatilidade no mercado do café, que vinha sendo uma característica das negociações em Nova York desde o começo deste ano, diminuiu devido aos trabalhos de colheita no Brasil, maior produtor e exportador mundial de arábica.
“De janeiro a maio, o cenário que nós tínhamos era de um mercado apertado pelo lado da oferta. Toda vez que o preço oscilava era de forma especulativa, sem relação com o mercado físico”, disse Zotti.













