A despeito das perspectivas de crescimento da oferta no Brasil, Eduardo Carvalhaes, do Escritório Carvalhaes, disse não ver, pelo menos até o momento, espaço para uma queda significativa nos preços. “Na cabeça dos grandes compradores, o café vai continuar caindo, porque a safra vai ser grande. E, mesmo com essa queda toda, ainda está US$ 2,70 [em Nova York]. [Mas] O equilíbrio entre produção e consumo é precário e não tem estoque”, afirmou à margem do evento.













