“Em importantes nações produtoras, como Itália, Espanha, Portugal e Argentina, o vinho recebe reconhecimento como alimento, patrimônio cultural ou nacional, além de contar com cargas tributárias mais equilibradas, políticas de incentivo, subsídios e instrumentos de proteção à produção. No Brasil, o produto segue submetido a uma elevada tributação interna e a um ambiente regulatório que compromete sua competitividade”, diz o comunicado.












