A proposta é oferecer produtos substitutos, assim como a carne vegetal e o queijo vegano, para os consumidores que têm algum tipo de alimentação diferenciada, seja por restrição ideológica, médica ou religiosa. “Não queremos enganar ninguém, queremos deixar claro o que é o produto, mas se gente não faz um comparativo, a pessoa fica sem entender o que é. Ela pode olhar e não saber o que significa, mas sempre prezamos para deixar bem claro que não é um laticínio ou um café, por exemplo”, garante Souza.