Diferentemente de outras categorias de café, como o verde e o torrado e moído, a entrada do solúvel no mercado americano estava sujeita a uma cobrança de 10%. Com o proposto pela Representação Comercial dos Estados Unidos (USTR), essa taxa passa a 35%, o que preocupa a indústria brasileira.
“Estamos tensos. A gente percebe que o governo dos Estados Unidos quer um acordo com o Brasil e vai depender dessas negociações”, afirma o diretor executivo da Associação Brasileira da Indústria de Café Solúvel (Abics), Aguinaldo José de Lima.













