Leonardo Rossetti, analista de inteligência de mercado da StoneX, disse que os investidores se debruçaram sobre as projeções divulgadas para a safra de café do Brasil em 2026/27, divulgadas essa semana. Primeiro com o Itaú BBA, que indicou a produção de 69,3 milhões de sacas. Na sequência, a Conab estimou 66,2 milhões de sacas. Ontem foi a vez da Corretora Eisa, que apresentou uma das projeções mais otimistas do mercado, de 75,8 milhões de sacas.
A última projeção da StoneX para a safra de café do Brasil, divulgada em novembro, apontou a colheita de 70,6 milhões de sacas. O analista lembrou que as equipes da consultoria estão a campo e devem divulgar em breve um novo levantamento, que deve indicar um resultado melhor para o café robusta. Em relação ao arábica, será preciso acompanhar o comportamento do clima nas próximas semanas, lembra Rossetti.
“Para fevereiro, estamos confiantes com as chuvas dentro do ideal para os cafezais. Em março, os volumes podem diminuir, mas ainda é preciso confirmar esse cenário. Por enquanto, não há nada preocupante com uma possível redução no volume de chuvas, pois as precipitações até agora beneficiaram o acúmulo de água no solo”, finalizou o analista.













