Após despencar 4,85% no último pregão, o preço do café se recuperou e voltou a subir nesta quarta-feira (4/2). Os contratos com vencimento em março de 2026 sobem 0,30%, negociados a US$ 3,1765 a libra-peso.
De acordo com Antônio Pancieri Neto, da Clonal Corretora de Café, a tendência atual é de queda para os preços do grão devido às expectativas com a safra do Brasil. A estabilização da cotação neste momento não indica uma possível alta relevante.
“Há vários institutos de clima prevendo chuvas regulares para o cinturão de café do Brasil nos próximos dias. Isso aumenta o otimismo com a colheita da safra 2026/27. Além disso, há um aumento da disponibilidade de café no mercado físico”, disse Pancieri Neto.
Após duas altas consecutivas, o preço do cacau voltou a cair na bolsa de Nova York nesta manhã de quarta-feira (4/2). Os contratos da amêndoa para março de 2026 caem 1,81%, cotados a US$ 4.216 a tonelada.
O Mercado do Cacau analisou a recuperação dos últimos pregões com um “caráter técnico”, sem sinais de uma reversão. Ou seja, a commodity não deve se recuperar tão cedo das quedas acentuadas das últimas semanas.
Já os lotes de açúcar com entrega para março de 2026 recuam 0,48%, cotados a 14,56 centavos de dólar a libra-peso.
Por fim, o algodão opera estável. Os papéis da pluma com entrega para março de 2026 não variam, cotados a 62,31 centavos de dólar por libra-peso.













