Com novas indicações de aumento da oferta de café no Brasil, maior exportador mundial, os preços registraram forte queda na bolsa de Nova York. Os lotes do arábica com vencimento em março caíram 2,66% nesta quarta-feira (4/2), negociados a US$ 3,0865 a libra-peso.
Hoje, o Itaú BBA estimou que a safra de café no Brasil deve alcançar 69,3 milhões de sacas em 2026/27, incremento de 10,1% se comparado com a colheita do ciclo anterior.
Sobre as exportações, a projeção aponta para 45,6 milhões de sacas, com alta de 12% se comparado com a temporada 2025/26.
As estimativas com a produção no Brasil são reforçadas pelo quadro atual das lavouras no país. De acordo com o Cepea, as melhores condições climáticas em boa parte de janeiro e a expectativa de continuidade da umidade neste início de fevereiro são fatores que devem beneficiar o enchimento dos grãos de café nesta fase crucial para a safra.
Depois de duas altas consecutivas, o preço do cacau retomou a trajetória de queda na bolsa de Nova York. Os contratos com entrega para março recuaram 4,98%, a US$ 4.086 a tonelada.
Após ajustes técnicos, o mercado agora volta suas atenções para os fundamentos de boa perspectiva com a oferta e demanda retraída.
A alta de mais de 2% para os preços do açúcar em Nova York na sessão de ontem motivou um ajuste dos investidores no pregão desta quarta. Assim, os contratos para março fecharam em queda de 1,30%, a 14,44 centavos de dólar a libra-peso.
Depois de três quedas consecutivas, o preço do suco de laranja ensaiou reação. Os lotes do produto concentrado e congelado para março avançaram 0,62%, a US$ 1,6965 a libra-peso.
O algodão fechou a sessão em Nova York com preços praticamente estáveis. Os contratos para março recuaram 0,11%, a 62,24 centavos de dólar a libra-peso.













