
O café retomou a trajetória de queda na bolsa de Nova York nesta terça-feira (3/3), olhando para fundamentos positivos de oferta. Os lotes que vencem em maio caíram 0,51%, a US$ 2,8315 a libra-peso.
De acordo com análise da Barchart, a desvalorização do real em relação ao dólar provocou a liquidação de posições compradas em contratos futuros de café. A moeda brasileira caiu para a mínima em mais de um mês. A fraqueza do real estimula as exportações dos cafeicultores brasileiros.
Além disso, a publicação destaca o momento favorável para as perspectivas da safra brasileira, devido às chuvas acima da média registradas em Minas Gerais, maior região produtora de café arábica do Brasil.
Açúcar
O açúcar se manteve com preços em alta na bolsa de Nova York, mas ainda sem absorver completamente os impactos da disparada do petróleo. Os papéis para maio subiram 0,14%, a 13,93 centavos de dólar a libra-peso.
Apoiado pelas tensões geopolíticas entre EUA e Irã, o preço do petróleo avança. Esse cenário deveria provocar uma alta ainda maior para o açúcar, já que o petróleo valorizado aumenta a vantagem do etanol, o que pode fazer com que as usinas direcionem mais cana à produção do biocombustível em detrimento do adoçante, reduzindo a oferta no mercado.
Cacau
O preço do cacau voltou a ceder na bolsa de Nova York após a alta registrada na véspera. Os contratos com entrega para maio caíram 0,20%, a US$ 3.015 a tonelada
Suco de laranja
O suco de laranja concentrado e congelado (FCOJ, na sigla em inglês) praticamente apagou as perdas de 5% na bolsa de Nova York. Os lotes para maio subiram 5,80%, a US$ 1,8235 a libra-peso.
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