
O café opera em queda nesta manhã de quarta-feira (7/10) na bolsa de Nova York. Os lotes com entrega para dezembro de 2026 caem 3,4%, cotados a 2,9410 centavos de dólar a libra-peso.
A última sessão fechou com o café em forte alta diante da desvalorização do dólar frente ao real, o que desestimula as exportações do café brasileiro, ainda mais em um momento em que há poucos fundamentos de alta para o café.
Segundo Leonardo Rossetti, analista de inteligência de mercado da StoneX, há poucas chances de o café permanecer negociado nos patamares atuais em Nova York, e quedas são esperadas já que o cenário para o Brasil é otimista em relação à colheita do ano que vem.
“A tendência de curto prazo não mostra espaço para altas expressivas, porque o Brasil tem um clima muito positivo. Setembro foi marcado por chuvas acima da média em todas as áreas de arábica, que traz um panorama favorável para o desenvolvimento da florada. Por enquanto, não tivemos efeitos negativos do El Niño”, finalizou Rossetti.
Cacau
O cacau também recua. Os contratos da amêndoa com vencimento em dezembro de 2026 caem 1%, cotados a US$ 5.643 a tonelada.
Segundo a Barchart, os preços estão pressionados pelo aumento dos estoques de cacau da ICE que atingiram o maior nível em mais de dois anos.
Açúcar
O açúcar também cai. Os contratos com vencimento em março de 2027 recuam 2,59%, negociados a US$ 20,28 a libra-peso.
Algodão
O algodão opera em queda. Os papéis da pluma com entrega para dezembro de 2026 caem 1,12%, cotados a 80,30 centavos de dólar por libra-peso.
Suco de laranja
Por fim, os contratos de suco de laranja concentrado e congelado operam em queda. Os papéis mais negociados, com vencimento em novembro de 2026, estão cotados a US$ 1,4935 a libra-peso, com queda de 0,63%.
+ Veja mais cotações na ferramenta da Globo Rural
Fonte:












