A Nestlé, por meio da Nescafé, e a Cooperativa dos Cafeicultores do Cerrado (Expocacer) avançaram no projeto de expansão da agricultura regenerativa no Cerrado brasileiro. Junto com a empresa de pesquisa e consultoria Fronterra Bio, a multinacional e a cooperativa implantaram um novo método de coleta e análise de solo que promete aumentar a eficiência desses cafezais.
O projeto é desenvolvido em dez propriedades de café arábica em Patrocínio (MG), mas deve ser expandido para lavouras de café arábica no sul do Estado e de conilon no Espírito Santo.
A iniciativa usa a metodologia BioAS (Bioanálise de Solo) da Embrapa que, além da análise tradicional de solo, mede a atividade de enzimas de microrganismos, que atuam como bioindicadores da saúde do solo. “A BioAS é uma metodologia que faz a contabilização da microbiota do solo. Os produtores conseguem ver como está o solo, o que tem de microbiota positiva e negativa, e o produtor pode tomar uma decisão mais assertiva sobre como vai fazer a adubação, a fertilização, e o uso de defensivos químicos eventualmente”, afirma Íkaro Almeida, coordenador agrícola do Nescafé Plan Brasil.













